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‘China: a bird’s-eye view’


Sério, informado, rigoroso e fruto de uma inédita colaboração entre a parisiense École de Guerre Économique e a Japan University of Economics, de Tóquio, o estudo ‘China: a bird’s-eye view’ alia uma sofisticada grelha de análise proposta pela EGE ao profundo conhecimento japonês da China. Deste singular encontro, orquestrado por Christian Harbulot, resulta um profícuo e singular trabalho de pesquisa e análise sobre a estratégia adoptada pela China para se tornar uma potência económica, militar e geopolítica. Do contexto geopolítico ao softpower chinês, passando pela protecção aos sectores estratégicos e outros aspectos geo-económicos e tecnológicos, pela politica da China em África e pela relação China-Brasil ou ainda pela estratégia chinesa no campo do ciber, tudo é passado ao crivo da grelha elaborada pela EGE, mesmo o ‘estado da arte’ da IC na China. Em suna, um trabalho exemplar de Inteligência Económica como nunca tinha sido feito sobre a China.

“Grande puissance économique mondiale, la Chine ne cesse d’attirer les regards sur elle. Comprendre l’évolution de ce vaste pays nécessite de nouvelles grilles de lecture. C’est de ce constat qu’est né le partenariat entre l’Ecole de Guerre Economique et la Japan University of Economics. Ces deux institutions ont rédigés l’étude internationale « China : a bird’s eye view », que le Portail de l’intelligence économique vous met à disposition.

Même si la Chine est actuellement traversée par des problèmes d’ordre sociaux, une baisse de la croissance et une lutte anti-corruption des plus efficaces, il n’en reste pas moins que l’Empire du Milieu a su devenir incontournable sur la scène internationale.

Afin d’analyser les étapes de ce développement rapide, les auteurs ont utilisé des grilles de lecture originales et pertinentes permettant de comprendre la Chine d’aujourd’hui et de demain. L’analyse proposée passe par un rappel historique de l’ère Meiji au Japon dont la Chine s’est inspiré, mais aussi par l’étude du lien entre la souveraineté et l’économie ; la doctrine de développement harmonieux permettant au pays de protéger ses secteurs stratégiques tout en ayant accès aux ressources énergétiques de pays comme l’Afrique et le Brésil, en passant par les raccourcis politiques qui ont permis au pays d’acquérir les compétences technologiques des pays industrialisés.”

Nas suas conclusões e depois de revelar que a China tem estudado com atenção o desenvolvimento da “inteligência económica” em França (“Chinese competitive intelligence adopts a French touch”…), como mostra a publicação chinesa “National Competitive Intelligence:

A Comparative Study on the French and Chinese Practices”, prefaciada por Alain Juillet, o estudo destaca:

“China now seems to have left the cocoon status of competitive intelligence. According to Qihao Miao, more than a half of the big Chinese firms admit practicing CI activities… The Chinese thus develop practices in provinces and big cities in an empirical manner. The common theme? Innovation. One of the most successfully completed examples today is the Competitive Intelligence Centre of the Hunan Province.

Its director, Xuekui Xiao considers that the point is to understand competitive intelligence as a chain composed of five links: facts, data, information, knowledge and intelligence.

He explains: “This way, thanks to the gathering of technical data on rivals (technical CI) and of information on the environment surrounding the sectors (environmental CI), government services and the people in charge of the CI in activity sectors, can develop policies, create and rearrange the legislative and regulatory environment so as to favour local economy.

They encourage the structuring of clusters as well as their upgrading, through the planning and the formulation of policies based on both business intelligence and intelligence regarding the market and other productive situations. The final objective is the constant increase of competitiveness in the regional economy.”

O “Inteligência Económica” e o “Portail de l’Intelligence Économique” colocam aqui à sua disposição este estudo de leitura imprescindível para quem se interessa pelo tema China, seja por razões económicas, políticas ou estratégicas : Download PDF

José Mateus 


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