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Chineses em Lisboa, à conversa com Altice, para comprarem ONI e Cabovisão




Inteligência Económica sabe que investidores chineses chegaram esta semana a Lisboa e têm estado a conversar com a Altice para comprarem a ONI e a Cabovisão, as duas empresas que o grupo francês tem de vender face à aquisição da PT Portugal.

Apesar de o prazo imposto por Bruxelas para a venda não ser conhecido, a expectativa tem sido de que a venda da Cabovisão e da Oni fique fechada ainda durante o mês de Julho.

No início do mês surgiu a notícia de que a StarTimes, empresa chinesa que tem operações de distribuição de televisão em África, incluindo Moçambique, estava a estudar as contas das duas empresas, mas fonte oficial da Altice recusou comentar o interesse da empresa chinesa no negócio.

Fundada em 1988, sedeada em Pequim e detida por capitais privados (embora não haja no seu site referência aos accionistas), a StarTimes define-se como a empresa “mais poderosa e influente no negócio de distribuição de televisão e a primeira operadora de televisão digital em África”.

Iniciou a expansão internacional em 2007, com a criação da Star Africa Media, para entrar no Ruanda. Neste momento, tem representação em 23 países africanos e operações de TV por subscrição em 12 países, onde conta com “mais de quatro milhões de subscritores”.

A StarTimes tem contado com o apoio do Export-Import Bank of China (Exim) e do China-Africa Development Fund (um private equity fundado pelo China Devlopment Bank), o que lhe tem garantido o fôlego financeiro para crescer em África.

Em Moçambique, à semelhança do que acontece em outros mercados africanos, é a empresa responsável pelo processo de transição para a televisão digital e pela gestão da nova infra-estrutura de tv e rádio.

 

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