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SÍNTESES DE UM VERÃO AGITADO


Salto tecnológico na ‘secreta’ francesa; James Bond com os Druzos do Líbano; Meca lança ‘Fraternidade Islâmica’ contra Teherão; Espanhois à conquista da África do Sul; O ‘drem team’ de Gabriel Obiang Lima; Abribulações dos Chineses no NYSE; Polícia na ‘Segurança Económica’ de França; Sonangol no offshore de Cuba; Bouteflika enfraquece segurança da Argélia; Deputados franceses e italianos na Crimeia “russa” e em Moscovo.

 

Verão “tecnológico” na DGSE

A “secreta” francesa aproveita o Verão não para férias mas para reforçar as suas competências tecnológicas e sellecionar os prestadores de serviços que irão formar os seus agentes. Patrick Pailloux, o director técnico da DGSE, passa o Verão a trabalhar.

 

James Bond com os Druzos

Os velhos amigos têm a grande vantagem dos seus defeitos e virtudes já serem conhecidos. Talvez por isso, na crescente confusão reinante no Médio Oriente, o MI6 relembrou-se dos Druzos e voltou a cultivar as tradicionais relações de proximidade.

 

Meca contra Teherão

O Qatar e a Arábia Saudita selaram, na recente cimeira de Meca, uma estratégia de integração da “Fraternidade Islâmica” no combate a Teherão e ao xiismo iraniano.

 

Espanhois à conquista da África do Sul

O estaleiro naval espanhol Navantia, depois de crises várias e soluções apropriadas, está à conquista de mercados estrangeiros. Para conquistar um dos mais interessantes mercados africanos, o da África do Sul, associou-se à Paramount Naval Systems (ex-Nautic Africa) no Project Biro que prevê o fornecimento de vários navios à Marinha sul-africana.

 

Atribulações de Chineses no NYSE

Habituadas à opacidade e à informação controlada, as empresas chinesas, cotadas na Bolsa de Nova Iorque, estão descobrir as delícias da transparência e da informação livre. Fundos anónimos, muitas vezes com empresas chinesas como alvo, estão a financiar e publicar relatórios detalhados (e às vezes um pouco enviesados…) e, frequentemente, pouco agradáveis (para os alvos) mas muito rentáveis (para os Fundos). Bem-vindos ao mundo da “Corporate Intelligence”…

 

Segurança Económica

A segurança económica ganha cada dia maior importância no quadro da Defesa e Segurança Nacional em França. Se, desde há alguns anos, as polícias já estavam a receber know-how e algumas competências de “inteligência económica”, agora é a Gendarmerie Nationale (o equivalente à nossa GNR) que entende e procura desenvolver a sua “expertise” na segurança económica.

 

O “dream team” petrolífero de Malabo

Numa de estratégia para garantir as receitas do Estado (num sector em que elas recuam em todo o mundo), o ministro das minas, indústria e energia da Guiné Equatorial, Gabriel Obiang Lima, prepara-se para lançar novos projectos e constituiu à sua volta uma super-equipa já chamada nos meios petrolíferos o “dream team” de Malabo.

 

Sonangol em Cuba…

Cuba quer a Sonangol na exploração do seu offshore. O assunto foi tratado, em recente visita, pelo vice presidente cubano Ricardo Cabrisas Ruiz.

 

Segurança da Argélia enfraquecida

O presidente Bouteflika, da Argélia, voltou a remodelar o aparelho securitário do seu país, em finais de Julho. Nos meios militares e da segurança, algumas críticas apontam para um reforço do controlo pessoal e familiar de Bouteflika, em detrimento dos critérios de competência, com o sequente afastamento dos “especialistas” e a ascensão de familiares e amigos de Bouteflika. Segundo os críticos, da “remodelação” resulta um perigoso enfraquecimento da segurança argelina…

 

Deputados franceses e italianos na Crimeia ‘russa’ e em Moscovo!

Dez deputados franceses, do partido de Sarkozy, na sua maioria, visitaram a península da Crimeia, anexada o ano passado pela Rússia. Os deputados Thierry Mariani, Nicolas Dhuicq, Claude Goasguen, Jacques Myard, Patrice Verchère, Sauveur Gandolfi-Scheit, Marie-Christine Dalloz, Yves Pozzo di Borgo e Jérôme Lambert viajaram a convite da Fundação Russa para a Paz e, segundo comunicado do SBU, a ‘secreta’ ucraniana, estão agora proibidos de entrar na Ucrânia durante 3 anos. Os deputados estiveram em Sebastopol, Yalta e Moscovo para “manter o diálogo com os nossos amigos russos” e defenderam a anexação da Crimeia pela Rússia. Em Outubro será a vez de um grupo de deputados italianos viajar para a Crimeia e Moscovo. Recorde-se que a União Europeia, no quadro das sanções à Rússia, proibiu totalmente aos seus cidadãos actividades turísticas na Crimeia…

 

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