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Corre no Mercado: Bava Zangado; Portos e Segurança Privada; A Ficção da Realidade.


Bava Zangado… O ex-“menino de ouro” da ex-PT revelou-se chocadíssimo quando tomou conhecimento de que administradores da sua PT tinham recebido duplas indemnizações ao sair da empresa. “Isso é crime!”, exclamava. Por acaso, não é. Mas lá que é uma grande macacada, isso é. Receber da PT uma choruda indemnização e, ao mesmo tempo, receber outra maquia da Oi é realmente de “grandes macacos”, de gente muito esperta. Mas Bava (que não foi contemplado com tal “euro-milhões”) não tem razão para se escandalizar: na sua PT, as “macacadas” eram mato… E muito maiores do que esta, como adiante se verá. Como, pequeno exemplo, aquela de colocar o controlo financeiro na dependência directa do “controlado”… O que permitia “martelar” as contas da empresa durante todo o tempo. Mas, certamente, isso nunca terá acontecido. Como, certamente, Bava pode confirmar.

Portos e Segurança Privada. Dois sectores sensíveis que, há anos, muito têm andado “ao Deus dará” parecem estar a entrar num novo ciclo ou mesmo em período de mudança de paradigma. Muito mais por força das realidades da crise (e outras) do que, como seria normal, por orientação política. Esta “ausência de Estado” em sectores tão sensíveis abre condições para que tais processos sejam definidos e pilotados por forças externas e faz Portugal ser visto, se não ainda como um Estado falhado, pelo menos como um Estado falido…

A Ficção da Realidade. Depois da “Operação Negócios Privados” de Paulo Reis, chega “A Última Missão” de José Manuel Barata-Feyo e outros estão no prelo ou quase a lá entrar. Tudo a contar, em belas histórias, a história dos últimos 40 anos “deste País”… Ou seja, neste Portugal, qualquer coincidência com a realidade é pura ficção. Corre no mercado que, não sendo possível contar certas coisas ou as coisas importantes de outro modo, a ficção e o “romance histórico” são a forma melhor de não deixar sumir a memória do que (por bem ou por mal) importa reter e não deixar que se perca. Paulo Reis e Barata-Feyo abriram um filão que parece cada vez mais fértil… Já nos chegou a “estória” do enigmático romance, quase pronto, de um autor tão misterioso que até o seu editor desconhece a identidade real do autor que se esconde atrás do pseudónimo de “Sofia Campos”. Personagem central da trama, um primeiro-ministro português que coloca uma fortuna na Suíça (não, não é o Sócrates…), vive umas depravações com uma jovem menor (este terá muito mais sexo que os romances de Reis e de Barata-Feyo…) e manipula uma pequena corte em Lisboa ao serviço de escuros objectivos e outros interesses… Mas tudo ficção, claro!


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