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Tempos de Globalização e de… Fragmentação




Criadores da primeira talassocracia global e inventores da primeira globalização, os Portugueses estão mais bem posicionados que outros quaisquer para saberem do carácter perecível de qualquer “globalização” e de como se lhe segue uma “fragmentação”.

Quando nós (Portugueses) ligámos o Oriente ao Ocidente, o Ganges ao Tejo, Tanegashima à Charneca da Caparica, unindo os muitos mundos do mundo, pela primeira vez, iniciámos e liderámos um processo a que no século XX se chamou Globalização.

Desde esse tempo inicial, a “globalização” teve avanços e recuos. A cada tempo de avanço sucedeu um tempo de recuo e de fragmentação. O somatório de avanços e recuos é amplamente favorável aos avanços… Basta ver como o tempo agora necessário para ir do Tejo ao Ganges é mais ou menos o mesmo que o Gama precisava para passar a barra do Tejo.

Mas, como um certo escocês do séc. XX gostava de repetir, o tempo não é linear… Por isso, o tempo do “village global” gera o do reaparecimento das “eternas” fronteiras que os “bons espíritos” já imaginavam mortas e enterradas ou (consoante…) até cremadas. “E, assim, vamos avançando, sucessivamente”, como dizia um meu velho professor de matemática, numa espiral de tempo.

A “Conflits” analisa o caso da nova emergência das velhas fronteiras.


 


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