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A IMPRESCINDÍVEL E URGENTE COMPETITIVIDADE DOS PORTOS


O homem que destruiu as pescas e as marinhas nacionais passou os últimos 8 anos a ‘martelar’ a importância da “economia do mar”. De facto, nunca apresentou uma ideia para essa “economia”. Repetia, como uma cassete, frases sobre a importância da “economia do mar” mas isso era apenas uma espécie de “mantra” para ocultar o vácuo da coisa.

Nem sequer foi capaz de dar o salto da “importância da economia do mar” para o carácter estratégico e, logo, decisivo de Portugal se tornar uma economia marítima (e não meramente ter um sector de “economia do mar”)! A diferença é enorme, abissal. Mas para dar esse salto, é preciso pensar o País em termos estratégicos e não contabilísticos.

O senhor em questão nunca foi sequer capaz de perceber que, para desenvolver um sector de “economia do mar”, é indispensável ter portos a funcionar com dinâmicas competitivas e bem articulados com ferrovias, outras redes viárias e até “hubs” aeroportuários. E, portanto, acabou como cúmplice total das vistas curtas, da falta de pensamento de Estado e da ausência de decisões estratégicas, que dominaram os últimos quatro anos.

Assim, a estratégia para os portos e sua competitividade (com os portos espanhóis, outros europeus e, agora, até com os marroquinos!) ficou anos a “marinar” onde João Cravinho e Ana Paula Vitorino a tinham deixado e entregue aos cuidados da D. Inércia. Com gravíssimos prejuízos e perda de oportunidades estratégicas. Basta ver o caso de Sines, onde a montanha acabou por parir um ratinho…

Portugal ocupa as principais posições do Atlântico Nordeste mas é em Espanha e, agora, em Marrocos que se encontra a oferta dos serviços necessários à procura gerada nessa vasta área marítima do Atlântico (dos serviços portuários à reparação naval, passando por tudo o que precisa de terra quem está no mar). Não, isto não é um défice… É um vácuo!

A “Vieira de Almeida” organizou hoje um seminário sobre portos e sua competitividade, com agentes do sector. Há semanas, tinham sido uma revista especializada e o Montepio Geral a organizar uma conferência sobre a matéria. Ainda bem que o fizeram! São necessárias mais iniciativas deste tipo vindas da sociedade civil (que não pode esperar que um Estado autista e inerte lhe resolva os problemas…).

Portugal tem de resolver os seus problemas e não limitar-se a ouvir os “mantras” com que certos senhores escondem o vácuo do seu “pensamento”. E precisa, rapidamente, de orientar-se para uma economia marítima para assegurar o seu desenvolvimento sustentado pois, como bem se pode ver no nosso milénio de história, só quando assenta numa economia marítima é que Portugal se torna um país próspero.

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