O director da Ecole de Guerre Economique, Christian Harbulot, explica as dificuldades de lidar e resolver os problemas de espionagem industrial ou o dos ciber-ataques. E levanta o pano sobre as consequências geopolíticas da inserção da China na economia mundial... (Continue a ler)
A China quer que os europeus antecipem em cinco anos o seu reconhecimento como “economia de mercado”. Esta a exigência colocada para aceitar envolver-se mais activamente no investimento em títulos da dívida soberana dos países da zona euro em apuros.... (Continue a ler)
Historiador especialista da economia alemã, Albrecht Ritschl explica, à revista alemã Spiegel e ao jornal inglês Guardian, que a Alemanha é a raínha dos calotes no século XX e devia ter cuidado com o uso da palavra ‘dívida’ pois o... (Continue a ler)
A Guerra Económica é, nesta era da mudança do modelo económico global, a forma dominante do relacionamento dos estados (e dos mercados), sendo que os estados que o entendem e se armam para isso podem mesmo utilizar os “mercados” como... (Continue a ler)
http://tv.aege.fr/2011/04/intelligence-economique-au-portugal-andre-magrinho/... (Continue a ler)
O escândalo do falso-verdadeiro caso de espionagem industrial na Renault é pretexto para Christian Harbulot, director da École de Guerre Économique, de Paris, explicar e desenvolver o tema da Guerra Económica. Os governos do planeta, na sua maioria, não procuram... (Continue a ler)
“A Inteligência Económica em Portugal – Percepções Geoeconómicas do Atlântico” foi o tema proposto pela École de Guerre Économique, de Paris, ao director-geral da XMP, José Mateus, para desenvolvimento, no quadro dos seminários de investigação, para doutorandos e investigadores, do... (Continue a ler)
Em 2009, trouxemos a Lisboa Christian Harbulot, fundador da Ecole de Guerre Economique de Paris, para uma conferência com decisores e quadros, no Taguspark, sobre “Inteligência Competitiva: Como Defender a Economia num Mundo Hipercompetitivo”. À margem da conferência, organizámos um encontro... (Continue a ler)
A França é o estado mais activo na “espionagem industrial” na Europa, segundo “wikileaks” da embaixada americana em Berlim, que cita responsáveis alemães, divulgados pelo jornal norueguês Aftenposten. A formação da École de Guerre Économique e o trabalho de... (Continue a ler)
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